terça-feira, 27 de janeiro de 2026

SONETO AO IRMÃO ORADOR


Irmão que, na ausência do ex-venerável
É quem abre e fecha o Livro da Lei,
Com a grandiosidade de um rei
Em uma forte eloquência admirável. 

Um nobre oficial tão respeitável 
A força e a serenidade de um frei 
Na bela egregora que me inspirei 
Na sua presença tão honorável. 

És a voz com colocações reais
Com retórica repleta de amor, 
Revelando-nos mui sutis sinais,

Com este teu saber revelador,
Dá-nos as considerações finais 
Saudações, nosso Irmão Mestre Orador!

(Jorge Eduardo Magalhães)


 

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