domingo, 6 de novembro de 2011

INGRESSOS DE "ECOLOGICAMENTE INCORRETOS" ESTÃO SENDO VENDIDOS ANTECIPADAMENTE A R$ 10,00


Caros amigos,


Os ingressos da minha peça "Ecologicamente incorretos" estão sendo vendidos com antecedência na secretaria do curso a R$ 10,00. Falar com a Carolinne, de segunda a sexta, das 14:00 às 20:00.
Tel: (21) 2235-7066.
Conto com a presença de todos.

Atenciosamente,

Jorge Eduardo Magalhães

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

"ECOLOGICAMENTE INCORRETOS" NO TEATRO PRINCESA ISABEL



No próximo dia 6 de dezembro, às 21:00h, no Teatro Princesa Isabel, será a apresentação da minha peça Ecologicamente incorretos, dirigida por Zaira Zambelli. ´Na peça, um casal vai morar num condomínio completamente ecolégico, onde tudo é natural e reciclado, mas a visita de amigos e parentes sem nenhuma consciência ecológica, causa problemas ao casal. O Teatro Princesa Isabel fica na Av. Princesa Isabel, 186 - Copacabana. O ingresso custa R$ 20,00.
Conto com a presença de todos.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

RESUMO DO ARTIGO DE JORGE EDUARDO NO COLÓQUIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA


 Em novembro de 2010, apresentei no "Cena II - Colóquio Nacional de Estudos em Narrativa: história e ficção no universo fantástico", na Universidade Federal de Uberlândia, o meu artigo O exercício da religião e o comportamento humano no conto "Entre santos", de Machado de Assis.
 O artigo visa enfocar o sonho, a alucinação e o devaneio na obra de Machado de Assis, trabalhando especificamente com o conto “Entre santos”. Será feita uma análise do conto citado cujo narrador-personagem, um padre velho, conta que viu as imagens dos santos em tamanho de gente conversando sobre o comportamento de seus fiéis, há muitos anos atrás, quando ainda era capelão de São Francisco de Paula.
 No conto estudado será destacada a utilização feita por Machado de Assis do sonho, da alucinação e do tempo remoto como recurso para pôr em duvida à versão do narrador e também para se sentir mais à vontade ao fazer sua crítica ao exercício da religião.
Confiram:
http://www.gpea.ileel.ufu.br/cena/cadernoderesumos.pdf

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

ARTIGO ACADÊMICO DE JORGE EDUARDO NA REVISTA VERNACULUM DA UCP

 O meu artigo acadêmico O encoberto: a comédia do impostor está disponível no site da Revista Vernaculum da Universidade Católica de Petrópolis.
 O artigo é é um estudo da comédia O Encoberto de Natália Correia, obra esta que ficou proibida de ser encenada em Portugal durante todo o período fascista e ditatorial por fazer um cruzamento entre a ficção e a história, ou seja, criar personagens fictícios e confrontá-los com personagens reais.
 Em sua primeira parte “Introdução”, este estudo mostra a influência de grandes nomes da Literatura Portuguesa, como Almeida Garrett e Alexandre Herculano, sobre a autora Natália Correia, e traça um paralelo entre o período do domínio filipino em Portugal, no séc. XVI e a ditadura salazarista, séc. XX.
 No capítulo “O cruzamento entre ficção e história” são apresentados os fatos e personagens reais que ajudaram a autora a compor a peça O Encoberto. No capítulo “A estrutura do texto” são apresentadas as três partes da obra e os recursos utilizados pela autora como as didascálias e a metalinguagem, o que faz lembrar a comédia paliata do séc. III a.C. No capítulo “A simbologia do discurso das personagens” a presença do coro como uma espécie de oráculo; a fala das personagens, principalmente as populares, estão
envoltas de toda uma simbologia de descontentamento e insatisfação e o uso de ambiguidades e ironias por parte da autora ao aproximar os discursos da realidade.
 Percebemos que Natália fala de um passado histórico de Portugal justamente para fazer uma crítica da ditadura salazarista, por isso fala sobre a tirania do domínio filipino, tendo em vista que a peça foi escrita em 1969.

Confiram: http://www.ucp.br/html/joomlaBR/images/VOL3_VERNACULUM/ERATO/o%20encoberto%20-%20jorge%20magalhes.pdf

sábado, 17 de setembro de 2011

RESENHA DE BIA MACHADO PARA A ANTOLOGIA "SOLARIUM 2"


Nesta resenha, Bia Machado fala a respeito dos contos da Antologia Solarium 2 e elogia meu conto "Manuscrito de viagem": Confiram:

 Uma verdadeira viagem por bons textos do gênero.

 Os livros de ficção científica sempre foram tratados como sendo pertencentes a uma literatura dita "inferior". Muitas vezes sequer se aceita ficção científica como literatura. Se é isso mesmo ou não, deixo para os teóricos literários discutirem até a exaustão, se quiserem. Uma história bem escrita, seja ela de ficção ou não, merece ser lida e apreciada, pertença a qual gênero pertencer.
 Eu já resenhei o volume 1 da Antologia Solarium e, se na época a coletânea me causou uma ótima impressão e garantiu momentos ótimos de leitura, agora que terminei de ler Solarium2 a impressão que eu tenho é que a qualidade está ainda maior no segundo volume.
Muita gente não lê ficção científica porque tem a ideia de que os livros desse gênero tratam apenas de E.T.s e guerras espaciais. Quem acha isso está precisando rever seus conceitos. A todo o momento em nossas vidas esbarramos com coisas e temas que seriam totalmente aproveitados para uma história de ficção científica: a medicina cada vez mais avançada, as mudanças climáticas, a superpopulação mundial... tudo isso pode ser tema de uma história de ficção científica. E não somente isso.
 O que as pessoas esquecem também é que muitas vezes a FC é relacionada a outro gênero, seja na literatura ou no cinema. Dessa forma, temos ótimas histórias de ficção científica + suspense ("Coma", de Robin Cook), FC + terror (Alien, o 8º passageiro), ficção científica + policial (Minority Report, tanto o filme quanto o conto em que ele foi inspirado) e tantos outros exemplos que poderia citar aqui.
 Por isso vejo Solarium como uma experiência que está dando muito certo. Solarium1 trouxe histórias muito interessantes e Solarium2, agora, não fica nem um momento atrás, em qualidade e originalidade. Em Solarium2 há um diferencial em relação ao primeiro que são as ilustrações, uma para cada conto.
 A relação conto/autor pode ser conferida em http://sites.google.com/site/biamachadoescreve/home/solarium2, mas desde já teço alguns comentários sobre os textos de que mais gostei:
 Beta Teste (Rubem Cabral): um engenhoso texto que mistura ficção científica e dramas pessoais, um embate entre o que é e o que não é realidade. Tem um bom clima de suspense e deixa a gente a pensar, que é bem provável que o que é relatado no conto já não esteja, de alguma forma, acontecendo, devido à mudança de nossos hábitos e de nossos próprios valores... Será que um dia não saberemos mais diferenciar entre o que é real e o que é virtual?
 Entre o céu e a Terra[/b] (Jota Fox e Misael Archanjo): Uma história com muita ação, escrita pelo meu amigo Jota Fox, em parceria com Misael Archanjo, uma parceria de longa data já, que mostra ótimos frutos, como esse conto. Ao lê-lo, me senti dentro de um filme de cenas muito ágeis. Renderia um livro esse conto, com certeza! Ah, também é o Jota Fox quem assina as ótimas ilustrações do livro.
 Roswell (Humberto Amaral): Não sei nem o que dizer sobre o conto do Humberto... Só posso falar que ri muito com ele! O HUmberto tem uma capacidade extraordinária de escrever as ideias (que parecem) mais loucas, misturando com FC e criando histórias muito, muito legais. Eu me peguei gargalhando durante a leitura do conto, imaginando aquela situação toda...
 Memórias (Frank Bacurau): conto sobre descobertas científicas na medicina, em especial trata sobre o Mal de Alzheimer e um certo pesquisador que ficou em apuros por causa disso.
 O lado oculto da lua (Frodo Oliveira): Os contos do Frodo são assim: você pode ler do jeito que for, tentar durante a leitura se preparar para o que vai acontecer no final, mas mesmo assim, o final é sempre surpreendente.
 Aconteceu num dia quente de verão(Luiz Mendes Jr.): Eu lembrei do livro "Blecaute" do Paiva, quando comecei a ler. Não, não é plágio nenhum, pois Mendes Jr. tomou rumos totalmente diferentes e o final também foi surpreendente. O conto tem um ritmo de suspense crescente muito bom.
 Manuscrito de viagem (Jorge Eduardo Magalhães): O conto trata de viagem no tempo, mas não com máquinas preparadas para tal, mas sim de outra forma. Um conto com dramas pessoais e uma ideia muito interessante. Só achei que merecia um final um pouquinho diferente. Mas isso é coisa de leitor: muitas vezes nós, leitores, gostaríamos que o final fosse do nosso jeito, mas não posso tirar mérito nenhum do conto por causa disso. Para mim o Magalhães fez um bom trabalho.
 O conto "Brincando de Deus", que assino nessa antologia, trata de questões médicas no século XXIII, ao mesmo tempo em que relata um drama vivido pela personagem principal, que se vê obrigado a fazer escolhas que determinarão o destino de sua própria ex-esposa, sua vida ou sua morte. Na história, em 2292 o ser humano ainda não terá desvendado todos os segredos do funcionamento de seu próprio corpo, além de ainda não saber lidar com as emoções.
(Bia Machado)
Fonte: www.skoob.com.br/livro/resenhas/66564

sábado, 3 de setembro de 2011

MEU LIVRO "FAMÍLIA DE SOMBRAS" À VENDA EM NOVO LINK


Meu livro de contos Família de sombras agora também está disponível no link da Bertrand Livreiros, de Portugal. Mas, vale lembrar que, junto com outras obras minhas, está também à venda na Livraria Museu da República. O link da Bertrand Livreiros é: http://www.bertrand.pt/ficha/familia-de-sombras?id=10902821

Atenciosamente
Jorge Eduardo Magalhães

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

MEUS LIVROS NA LIVRARIA MUSEU DA REPÚBLICA


Agora os meus livros Coração venal, Vagando na noite perdida (Romance), O manto negro na escuridão e Família de sombras (Contos), estão disponíveis para venda na Livraria Museu da República, que fica na Rua do Catete, 153 (Em frente à estação do Catete). Além de meus livros serem interessantes, o lugar é muito agradável para passar uma tarde e sempre tem eventos culturais. Vale a pena conferir.