A pedagoga
Luci era orientadora pedagógica de uma escola pública. Cheia de idéias estapafúrdias, era mestra em vomitar jargões como "Temos que adaptar o ensino à realidade do aluno” ou “Temos que fazer um trabalho diferenciado com o aluno” e se alguém perguntasse “como?”, falava, falava e não chegava a lugar nenhum.Certa vez chamou a seu gabinete um professor que reprovava muito. “Não é reprovando que se educa! O senhor tem é que resgatar o aluno!”E se irritou quando o mesmo respondeu com sarcasmo: - Se eu quisesse resgatar alguém iria para o Corpo de Bombeiros.Abominava por completo o ensino tradicional e “conteudista”, achava que os alunos rendiam mais com os projetos como batuques, capoeira, etc.- Para que encher a cabeça do aluno com matemática ou português? A escola tem que ser um lugar agradável para o aluno!Trabalhava o dia inteiro na escola e quando chegava em casa, ia logo olhar os exercícios de português, matemática, história e outras matérias do caderno do seu filho que estudava numa escola particular tradicional e super “conteudista”.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
PUBLICAÇÃO DE CONTO NO JORNAL POLEGAR

Papai, tenho que te dizer uma coisa
Desde pequeno tinha trejeitos femininos, quando o pai lhe deu uma bola de presente, pôs-se a niná-la e brincando de pique com as outras crianças corria feito uma gazela.À proporção que ia crescendo e tornando-se adulto, seus trejeitos afeminados ficavam mais visíveis, só de olhar todos percebiam a sua tendência sexual. Todos menos seu pai que insistia em querer lhe arranjar namoradas e atribuía seus trejeitos a uma forma divertida de arranjar mais clientes para o seu salão de beleza.Um dia, depois de dar pistas escancaradas, resolveu ser mais direto, aproximou-se do pai que estava sentado lendo o jornal:- Papai, tenho que te dizer uma coisa.- Não vai me dizer que você engravidou alguém!- Não papai, é que... eu sou gay.- O quê?- Isso mesmo, eu sou gay.O pai ficou calado por alguns instantes e caiu na gargalhada:- Nossa, meu filho, que susto que você me deu! Você é mesmo um sacana! Vê se pode, me dizer que é gay!
Postado por Jornal Polegar às 4:45 AM
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
SONETO PARA DOIS ANJINHOS
No aniversário da nossa cidade,
Nasceram dois novos habitantes,
Aqueles seus olhinhos radiantes,
Refletiam a maior felicidade.
Do escuro surgiu a claridade,
Uma linda energia cintilante,
Dois belos sorrisinhos fascinantes,
Lindo instinto de paternidade.
Nos seus gestos a mais pura inocência,
Que encantam e fascinam o mundo inteiro,
Nos olhares, sinais de inteligência.
A minha princesa nasceu primeiro,
O lindo príncipe veio em sequência,
Iluminando o Rio de Janeiro.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
JORGE EDUARDO PUBLICA CONTO DE TERROR EM ANTOLOLOGIA
No dia 22 de agosto às 18:00h, na Livraria e Editora Multifoco, publicarei o conto de terror "A boneca" na antologia SINISTRO da Editora Multifoco. O conto relata a história de um rapaz que ao ver uma boneca na janela de uma velha casa inicia seu processo de enlouquecimento e desenvolve sua personalidade passional.
A Livraria Editora Multifoco fica na Avenida Mem de Sá 126 - Lapa.
Conto com a presença de todos.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
"OS INTELECTUALÓIDES" EM CARTAZ NO TEATRO POSTO 6
No dia 2 de julho será, às 21:00h, será apresentada no Teatro Posto 6 a peça "Os intelectualóides", de Jorge Eduardo Magalhães, com a direção de Zaira Zambelli. A peça se passa num bar da Lapa onde jovens ricos pregam uma ideologia de esquerda, mas um fato inesperado faz com que eles esqueçam seus discursos e assumam uma posição totalmente burguesa e arrogante.
O Teatro Posto Seis fica na Rua Francisco Sá, 51 - Copacabana. Tel: 2287-7496.
Preço: R$ 10,00
Censura: 10 anos.
Elenco:
Ana Carolina Fossoux (Cris Benário),
Alessandra Duarte (Keyla),
Eber Sant'anna (Sobral Jr.)
Gabriel Duarte (Jargão)
Roger Monsores (João).
Alessandra Duarte (Keyla),
Eber Sant'anna (Sobral Jr.)
Gabriel Duarte (Jargão)
Roger Monsores (João).
quinta-feira, 11 de junho de 2009
SONETO A P.H
Dedico um soneto para a repórter mais linda do mundo.
Soneto a P.H
Bela como uma deusa divina,
Buscando um jornalismo verdade,
Nos obscuros cantos da cidade,
Seguir tua trajetória é minha sina.
Sua linda beleza me fascina,
És musa de meu começo de tarde,
E toda a a mais cruel realidade,
O seu rosto angelical ameniza.
Dona de uma linda cútis dourada,
És a musa sul-matogrossense,
Linda princesa de um conto de fadas,
Muito linda e também inteligente,
Cuja sua perigosa jornada
Conquistou o povo fluminense.
segunda-feira, 23 de março de 2009
"1985 - A PEÇA" EM CARTAZ NO TEATRO POSTO 6

Nos dias 22 e 23 de abril às 21:00h será apresentado no Teatro Posto 6 o espetáculo 1985 - A peça, de Jorge Eduardo Magalhães, com a direção de Zaira Zambelli. A peça narra as transformações e acontecimentos do anos de 1985 através de uma família que vive no subúrbio carioca como a abertura política, a morte de Tancredo Neves, o Rock in Rio, a novela Roque Santeiro, a surpreendente final do campeonato brasileiro Bangu X Coritiba entre outros acontecimentos marcantes. O ingresso custa R$ 10,00. O Teatro Posto 6 fica na Rua Francisco de Sá, 51 - Copacabana. Vale a pena conferir.
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